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Mães são exemplo profissional para seus filhos
 
Não está apenas em criar e educar os filhos a preocupação das mães, mas com o futuro profissional de seus rebentos. Pensando dessa forma, algumas dessas mães ajudam seus filhos a iniciar e a desenvolver uma carreira profissional no local onde elas próprias conquistaram seu espaço. É o caso de quatro mães-funcionárias da Balestro: Teresinha de Jesus da Silva Tagliaferro, Regina Célia Torres, Regina Helena R. Valério e Roseli Ap. M. Carnicelli.

Todas elas auxiliaram seus filhos na hora de conseguir um emprego estável. “Meu filho sempre me perguntava quando é que ia abrir uma vaguinha pra ele dentro da empresa.

Quando surgiu uma oportunidade eu conversei diretamente no RH e foi assim que Tiago entrou”, conta Teresinha.

Foi a mesma coisa com Juliana, 24, filha de Regina Helena. “Trabalho na empresa já há 32 anos e há 4 (anos) trouxe a Ju para trabalhar comigo”, comenta a mãe.

E o destino de fazer parte da equipe da empresa talvez fosse inevitável: “quando criança, a Juliana brincava de vender transformador da Balestro”, relembra a mãe.

Rodolfo, 18, filho de Roseli, iniciou a vida profissional na empresa como jovem aprendiz e logo foi efetivado. “Apesar de não trabalharmos no mesmo setor, almoçamos juntos todos os dias e a gente acaba se esbarrando durante o dia, aqui ou ali, dentro da empresa”, diz Roseli.

Logo que apareceu uma vaga na empresa, Regina Célia também arrumou um jeito de colocar a filha Thamires, 22, junto dela na empresa. Ambas trabalham no setor financeiro da empresa.

E será que trabalhando assim tão juntas a mãe dá muitos palpites no trabalho da filha? “Minha mãe é minha chefe”, comenta Thamires. Mas muito se engana quem pensa que a relação das duas é cheia de pressão ou problemas por conta disso. “A gente se entende bem, tanto aqui quanto em casa. Sabemos separar bem os problemas”, diz a filha.

Segundo Juliana, ela e a mãe têm contato constante durante o dia. “Nos falamos o dia todo, pois nossos setores são ligados”, diz Juliana. “Nossa casa acaba sendo uma extensão da fábrica, acabamos tendo vários assuntos em comum”, complementa.

A mãe de Thamires concorda com Juliana: “na correria do dia-a-dia não temos tempo de trocar idéias sobre alguma dificuldade que tenha surgido no serviço e, então, quando chegamos em casa, com mais calma, conseguimos conversar e ter boas idéias. O fato de sermos mãe e filha, ajuda nessas horas”, avalia Regina Célia.

Espelho, espelho meu...

A vontade de Rodolfo, Tiago, Thamires e Juliana trilharem o mesmo caminho de suas mães não surgiu por acaso. A admiração e reconhecimento desses filhos pelos esforços e dedicação maternos são enormes. “Minha mãe é o exemplo da minha vida, tanto como pessoa quanto como profissional. Ela me apóia em tudo o que faço e quero fazer. É muito companheira, amiga, está sempre ao meu lado e eu sempre vou estar ao lado dela.

Quero construir uma carreira como a que ela construiu. Antes eu não enxergava o que ela era aqui dentro. Agora eu sei o quanto é importante o trabalho dela e também vejo o quanto ela se dedica ao que faz”, reconhece Juliana.

“Me espelho na minha mãe. Procuro ser uma profissional igual a ela. Minha mãe é minha companheira, além de ser muito moderna e aventureira. Ela gosta de esportes radicais e leva a família toda pra praticar coisas como rapel e arvorismo”, conta Thamires.

Para Rodolfo e Tiago, o fato de trabalharem junto com a mãe contribuiu para que valorizassem ainda mais a figura materna. “O fato de eu trabalhar no mesmo local que o de minha mãe me fez ver como é difícil para uma mãe cuidar de filho, marido, casa e ainda por cima manter-se competente no trabalho”, analisa Rodolfo.

“Depois que comecei a trabalhar aqui, passei a dar mais valor pra minha mãe. Comecei a entender o dia-a-dia dela, perceber como é corrida a jornada de uma mãe.Valorizo o esforço dela para me educar e me criar. Ela é uma ótima mãe e pretendo ter uma mãe assim para os meus filhos”, orgulha-se Tiago.

Dia das Mães – curiosidade

Você sabia que o primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918? Mas foi apenas em 1932, que o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data para o segundo domingo de maio. Em 1947, o Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Parabéns a todas as mães que integram a equipe da Balestro!

 
 
 
 
 
 
 
9/5/2010
Fonte: Balestro

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